Para onde fugiram as folhas convidativas, as palavras bem colocadas, as páginas incontáveis, as metáforas admiráveis? Para onde foram as capas cativantes, as frases bem moldadas, as narrativas viciantes? Pergunto-me nas tardes, nas noites, nas horas vagas, para onde foi aquele sabor tão sedutor? Aquela ânsia de mais, aquela vontade de devorar obras, de tragar para a estante mental todos os autores renomados; os escritores dignos de inveja. Questiono-me, para onde correram? Sinto falta de vocês. De Jane Austen’s, de Dan Brown’s, de José de Alencar’s, de Louisa May Alcott’s, de Martha Medeiros’s, de todas as mentes que cobiço. Sinto falta dos dias velozes com os olhos cravados nas letras, nas falas, nos relatos. Que saudade de imaginar as personagens, suas feições, suas roupas, suas atitudes. E é desse antigo hábito que estou atrás, para voltar a sentir o que eles sentem. Os protagonistas, os antagonistas, os coadjuvantes. Cada um traz a mim, através de simples, porém tentadoras páginas, um rumo de vida; um final feliz; um fim trágico; uma paixão; uma lágrima. Uma a uma, as sensações me levam a outro mundo, criado por mãos com aptidões inimagináveis que empunharam canetas comuns, mas cujas pontas libertavam pessoas, lugares e tempos aprisionados.
Porque lá fora, em um mundo estranho e severo, as pessoas se viciam em drogas perversas e audaciosas, com o intuito de se desligarem por um instante. Pois aqui vai uma dica valiosa. A minha droga me entorpece, me vicia, me alegra e me angustia, e sabe o melhor? Sua conseqüência não me mata e não me aniquila aos poucos, ela se concentra nessa pequena palavra com gigante significado: conhecimento.
Então é isso, em missão de resgate ao meu combustível perdido: A mais mágica das drogas, a leitura.
Porque lá fora, em um mundo estranho e severo, as pessoas se viciam em drogas perversas e audaciosas, com o intuito de se desligarem por um instante. Pois aqui vai uma dica valiosa. A minha droga me entorpece, me vicia, me alegra e me angustia, e sabe o melhor? Sua conseqüência não me mata e não me aniquila aos poucos, ela se concentra nessa pequena palavra com gigante significado: conhecimento.
Então é isso, em missão de resgate ao meu combustível perdido: A mais mágica das drogas, a leitura.
Thais T.
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