quinta-feira, 28 de julho de 2011

"Pior que uma mulher que fala o que pensa é uma mulher que escreve." (T. B.)
   Talvez seja isso que crie essa barreira ao meu redor que afasta todos aqueles que outrora se aproximaram.
      Ele tem medo de mim. Tem medo das minhas metáforas, tem medo dos demônios que eu deixo passar pela ponta da caneta. Ele teme esses mistérios que só o gesto feminino é capaz de deixar; ele estremece ao pensar na possibilidade de desvendá-los. Ele teme que eu, de tão transparente, passe a ser desconhecida. E teme que eu o saiba além da conta. Ele tem medo das minhas palavras. E das suas. Tem medo das entrelinhas. E do que há entre elas. E além.
      Ele teme que eu seja mesmo tão forte quanto as palavras que uso, tão ácida quanto as ironias, tão azeda a ponto de ser intocável. Não tenha medo, meu amor, essa é só a minha armadura.

(Duda de Oliveira.)

sábado, 2 de julho de 2011

Um espetáculo...




Partindo para uma nova aventura. À espera da realização de um sonho que nem fazia ideia que possuía. Não estou nervosa. Nem demasiadamente alegre. Ansiosa, sim. Espero que o tal mundo dos sonhos seja tão fantástico como todos dizem. Espero que, pela primeira vez, meu instinto adolescente exponha suas garras e me liberte para presenciar o espetáculo... De magia. De fogos de artifício. De amizade. De euforia. De juventude. De consumismo. De liberdade. De viajar. Simples assim. O espetáculo de sonhar.




Thais T.